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quarta-feira, 24 de maio de 2017

O crescimento do conservadorismo na Europa


Com a crescente onda de refugiados em deslocamento pelo mundo, países da União Européia se preocupam com a miscigenação em seus territórios

Crédito: France Presse/G1

Nos últimos anos a Europa recebeu imigrantes de diversas partes do mundo, incluindo muitos muçulmanos, africanos e latinos. A mão de obra barata os salários eram atrativos para os imigrantes e para os países. Mas após a crise de 2008, o desemprego e a recessão de muitos países, fez com que muitos europeus questionassem a vinda de estrangeiros ao velho mundo.

Espanha, Irlanda, Grécia e Itália foram alguns dos países mais afetados. Para controlar a imigração, uma das atitudes mais radicais aconteceu no Reino Unido, que fez um plebiscito, o Brexit para o sair da União européia. Para espanto de muitos, o sim ganhou. Vale ressaltar que em Londres, uma cidade multicultural, a maioria dos cidadãos votou contra. As outras cidades que definiram a votação.

Na Áustria, o ambientalista Alexander Van der Bellen derrotou o ultra nacionalista Norbert Hofer por uma pequena diferença de votos. Na França, Emmanuel Macron Derrotou Marine Le Pen, da extrema direita no segundo turno.

“Após a crise de 2008 os europeus se sentiram fracos economicamente e ameaçados por estrangeiros. O medo de muitos imigrantes buscarem uma vida melhor aqui aumentou muito e os europeus estão ressabiados. Com a crise na Síria, muitos imigrantes buscam abrigo na Europa, e os europeus não querem muitas pessoas com uma cultura totalmente diferente em seu país, mas o principal fator é economia, pois esses imigrantes trabalham em áreas que antes da crise, os europeus evitavam”. Disse Yon Oses, espanhol que foi morar na França em 2011 por conta do desemprego em seu país.

Refugiados africanos e muçulmanos, principalmente da Síria, fogem da sua terra natal por conta dos conflitos. Por questões geográficas, a Europa é o continente mais perto dessas pessoas, que aspiram salvar suas famílias. A vinda de muitas pessoas assusta os europeus.“Medo e discurso propagada. O medo faz com que abracemos discursos de solução imediata. O discurso propagado é que estes conservadores fazem o acordo com setores dominantes e eles, sendo donos de veículos de mídia, propagam pois ganharão com isso”. Afirma o jornalista e professor de filosofia Pedro Cindio. A diferença e o choque cultural faz crescer  outro problema: a xenofobia. Diversos estrangeiros são xingados e humilhados por europeus, que não aceitam a vinda dos estrangeiros. 

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