O skate passa a ser um esporte
olímpico em Tokyo 2020 isso pode incentivar o numero de praticantes do esporte
pelo mundo
O Skateboard participa do quadro de modalidades esportivas a
partir da próxima edição dos Jogos
Olimpicos em Tokyo 2020, esta incorporação traduz o crescimento que o esporte
vem obtendo com o decorrer dos anos, de acordo com o Instituto de estudo e
pesquisa Datafolha, nos últimos 5 anos o número de praticantes passou de 4 para
8,5 milhões só no Brasil.
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| Pista de Skate do Jardim City. Crédito: Erick Monteiro |
As residências que possuem “Skatistas” hoje alcançam 11% em
território nacional, e a média é de 1,18 pessoas pra cada casa. Ou seja, o
esporte é difundido entre os próprio familiares.
Os skatistas Marco Antonio (profissional) e Cleiton
Nascimento (amador) falam um pouco sobre seu contato inicial com o esporte.
Para Marco tudo começou com uma visita a casa de um primo,
na ocasião ele tinha ganhado um skate estilo “tubarão” (longboard) da família e
ao chegar foi abordado pelo familiar que o incentivou a praticar o skate na
modalidade street, dada a modernização dos equipamentos. Após esse episódio
houve um distanciamento do skate por cerca de 6 anos, que foi rompido quando
ele aos 13 anos incentivado por amigos decidiu voltar a praticar o esporte e
dai em diante nunca mais parou. Hoje o skate é a profissão de Marco Antonio.
O skatista Amador Cleiton iniciou a prática do esporte também aos 13 anos, as primeiras peças (trucks) para montar seu skate foram dadas por seu tio, e as demais foram cedidas por amigos que já praticavam o esporte na região.
Questionado sobre suas expectativas dado o anúncio para inclusão do Skate nos
jogos olímpicos, Marco fala :
Já para Cleiton, a nomeação tem um fator positivo para acensão do esporte, segundo ele: "O numero de pistas tem crescido significativamente, bem como o numero de competições. Isso coloca o skate em alta, e ajuda a diminuir o preconceito que existe em torno do skatista e do skate!"







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